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EPPGG – Escolas de Políticas Públicas e Gestão Governamental

A CRISE MUNDIAL E A PROVÁVEL HEGEMONIA FUTURA

Luiz Alfredo Salomão, Diretor da Escola de
Políticas Públicas e Gestão Governamental
15/08/2013

Leia o artigo completo aqui

1. Introdução. Origens da Crise Econômica Atual. O Pós-Crise.

Há muito tempo, analistas de diferentes extrações acadêmicas vêm dedicando atenção para entender as diversas dimensões e propor soluções para a crise em curso, desencadeada em 2007/08, com o estouro do mercado de hipotecas subprime nos EUA, levando de roldão o mercado financeiro norte-americano como um todo, além de outras empresas não estritamente financeiras. Muitas comparações são feitas com a Crise de 1929i, mas, apesar de em ambas a especulação ter extrapolado os limites, as diferenças avultam mais que as semelhanças.

O estopim da crise atual foi o fato de que agentes financeiros autorizados (bancos de crédito imobiliário) e não autorizados (bancos comerciais, de investimentos, seguradoras, gestores de recursos de terceiros, como os hedge funds) operaram com hipotecas de alto risco1. Os agentes não autorizados disfarçaram suas operações com hipotecas através de artifícios financeiros, de modo a fraudar a regulação/supervisão bancária vigente (baseada nos acordos Basiléia I e II e na Lei Glass-Steagall, de 1933), que os proibia de financiá-las, com a conivência das agências de rating (Standar&Poors, Ficht, Moodle e outras) e a desatenção da própria fiscalização do Sistema FED2. Como essas operações de crédito subprime eram altamente rentáveis, todos os agentes captaram recursos de terceiros o quanto puderam para reemprestar naquele mercado florescente e lucrativo (processo conhecido como “alavancagem” ou leverage, em inglês).

 

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